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Aka Corleone


Entrevista a Aka Corleone

 

 

1. Qual foi o teu percurso para chegar até onde estás agora?

Tudo começou no atelier de escultura do meu pai, onde passava os dias a vê-lo trabalhar. Num contexto destes, é natural que tenha sempre sabido que o meu percurso ia ter uma vertente artística. Mais tarde, o graffiti apareceu na minha vida – ainda hoje considero a minha verdadeira escola de artes. No graffiti podia-me expressar livremente nas ruas. Sempre com o graffiti em mente, licenciei-me em Design Gráfico. Ainda exerci durante algum tempo até me apercebe que não tinha sido feito para isso. Foi nessa altura de desilusão que descobri a ilustração, que me abriu portas para o trabalho artístico que faço hoje, tanto para exposições como em murais.

2)   Como é que começaste a explorar as tuas expressões criativas?

Comecei a sujar paredes com graffiti na adolescência. Fiquei viciado em tintas, cores, nas ruas de Lisboa… Mais tarde quis começar a fazer outro tipo de intervenções na rua – foi aí que comecei a trazer as minhas ilustrações para as ruas noutra escala. Isso acabou por se transformar na minha profissão de artista / muralista.

3)  Qual foi a tua inspiração para este trabalho? Como foi o teu processo criativo?

Para este trabalho inspirei-me na minha cidade – Lisboa. Gosto muito de ilustrar Lisboa e interpretar de forma pessoal as suas figuras históricas e culturais, incluindo a minha visão da arquitetura tradicional e do ambiente que é tão característico desta cidade, que é cheia de cor e vida.

O processo criativo foi de encontro ao que normalmente faço: desenhar bastante antes, passear por Lisboa (como é frequente), deixar-me inspirar pelas ruas, pelas tipografias e pelas pessoas.

                                                            

 

"Lisbon Love"

Aka Corleone adora as ruas da sua cidade. Adora criar arte nelas e sobre elas. São o seu habitat natural, onde se sente e se torna a melhor e mais autêntica versão de si mesmo. Não é de espantar, então, que o trabalho que desenvolveu para a Monarte seja inteiramente inspirado em Lisboa – o resultado é a uma Lisboa pessoal numa peça. Nela podemos encontrar Amália Rodrigues, Fernando Pessoa, o Cristo Rei, o Elétrico, entre outros.

 

 


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